Alcatraz: vem aí outra série sobre pessoas?

Misteriosos desaparecimentos numa ilha. O nome de J.J. Abrams nos créditos. Antes que você diga que se trata de uma série sobre pessoas, caro leitor, devo dizer que Alcatraz , felizmente, não pretende ser uma nova Lost . Pelo contrário: Abrams já andou declarando que o caso do dia vai ser mais importante que a mitologia. Isso soa mais como uma tentativa de afastar possíveis reclamações daqueles que acharam o fim de Lost um despropósito sem tamanho do que propriamente a real proposta da série, qu

Feliz 2012!

Eu ia fazer um post de resoluções de ano novo, mas essas listas só servem mesmo pra deixar a gente deprimida doze meses depois ao ver que não cumpriu quase nada. Então resolvi encerrar este ano de 2011, que pra mim não foi dos mais fáceis, com esse vídeo cuti-cuti da Zooey Deschanel e do Joseph Gordon-Levitt (o casal mais que fofo de (500) dias com ela ) e o desejo de que o próximo ano seja muito, muito melhor pra todo mundo. Vejo vocês em 2012! :).

Corra antes que acabe!

Blogueira relapsa que sou, abandonei esse espaço por mais de um mês e nem contei pra vocês sobre as séries que me conquistaram nesse fall season (lembram que eu tinha reclamado aqui que a safra estava fraquinha?). Mas eu tinha que vir aqui comentar antes que acabem (falta só um episódio!). Homeland A história vocês sabem, né? Carrie (Claire Danes), uma agente da CIA, está convencida de que um soldado americano, Scott Brody (Damian Lewis), resgatado recentemente num cativeiro em Bagdá, está envol

It's evolution, baby!

O Comentar é preciso era ainda um bebê, há longínquos seis anos, quando postei aqui a felicidade de ter ido ao show do Pearl Jam na Apoteose pela primeira vez. Ontem foi dia de matar as saudades e ouvir Eddie Vedder e companhia de pertinho. Incrível como 2h40m passam num piscar de olhos ao som de música boa. Sensacional ver que a banda mantém aquele pique e aquela energia dos roqueiros de seus vinte e poucos anos. Maravilhoso ouvir os sucessos de "Ten", o primeiro disco deles, de 1991, e percebe

Festival do Rio 2011: raspando o tacho

Não vai ser por falta de tempo (leia-se preguiça) que vou deixar passar em branco os outros filmes que consegui ver no festival este ano. Sim, a maratona foi mais modesta do que gostaria por motivos de força maior e alguns horários inacessíveis, como sempre. Mas ano que vem tem mais. ;) Quando anoitece O longa italiano, na verdade, não foi planejado. Entrou na grade na última hora, substituindo a sessão de 4:44 Last day on Earth , que foi cancelado do festival por problemas técnicos.

Festival do Rio 2011: We need to talk about Kevin

We need to talk about Kevin , de Lynne Ramsay. Com Tilda Swinton, John C. Reilly e Ezra Miller. O argumento do livro que deu origem ao filme já é um soco no estômago. Quem é que imagina o autor de um massacre, acontecimento infelizmente tão comum nas escolas americanas e recentemente reproduzido num subúrbio carioca, como um ser humano? Mais fácil tachá-lo de monstro, de desalmado, de qualquer nome feio que lhe venha à cabeça na hora da tragédia.

Festival do Rio 2011: George Harrison, U2, Ray Charles e rock made in Brasília

Cumprindo promessa feita no ano passado , investi novamente em documentários na minha programação do festival desse ano. Coincidência ou não, todos musicais. Verdade seja feita, para a lista ficar completa, deveriam entrar aí Pearl Jam Twenty , As canções e Raul - O início, o fim e o meio . Sempre sofro com essas ausências, mas ainda não desenvolvi o poder da onipresença. Se alguém tiver tempo sobrando aí e quiser negociar, estamos à disposição.

Festival do Rio 2011: Contágio

Contágio não foge muito à regra dos filmes de epidemia que você já viu na vida (e que não devem ser poucos): uma boa dose de drama, um toque de alarmismos científicos, várias implicações políticas e uma tentativa de análise da natureza humana diante na hora do caos, do desespero e da impotência diante da soberania da natureza, mesmo com toda a tecnologia de ponta a seu dispor. Steven Soderbergh consegue conduzir bem a história, contada com a ajuda de um elenco estelar (Matt Damon, Gwyneth Paltro

Festival do Rio 2011: Um método perigoso

Mesmo com boas atuações, Um método perigoso não consegue ser mais que um filme correto. Pouco, muito pouco se levarmos em consideração de que a obra conta com a assinatura de David Cronenberg: o resultado fica bem abaixo do esperado. Atualmente em uma fase mais conservadora, o canadense continua explorando a questão da identidade humana, assunto recorrente em sua filmografia. O tema agora são os primórdios da psicanálise e a visão da sociedade sobre a sexualidade humana no início do século passa

Fall season: hora de matar as saudades

Fall season , aquela época linda do ano em que você mata a saudade de todos os seus personagens favoritos, vicia em mais algumas estreias e vê sua vida social acabar do dia pra noite. No meu caso, com tanta série voltando ao mesmo tempo agora, nem deu para me animar em acompanhar todas as novidades. As escolhidas da semana foram New girl e Person of interest . Mas vou te contar que o negócio não tá muito animador não. New girl - Eu adoro tanto a Zooey que foi só ver o nome dela nos créditos para

Pretérito mais que (im)perfeito

Nunca levei muita fé nessas pessoas que dizem que não fariam nada diferente se pudessem voltar no tempo. No mínimo, são pessoas sem imaginação, porque o que a vida mais oferece são possibilidades. E, sinceramente, acho uma existência só muito pouco para dar conta disso tudo. E é por isso que o argumento de O homem do futuro sempre terá seu charme. Porque, hoje, você pensa que poderia ter feito diferente por conta de todas as suas experiências acumuladas (ou mesmo pelas suas frustrações), mas, se

Super 8 (ou como reviver os bons tempos da 'Sessão da tarde')

A expectativa era algo bem próximo de zero. Mas não é que fui ao cinema de coração aberto (isso soou brega, eu sei) e me diverti horrores com Super 8 ? Não que eu achasse que a experiência seria ruim, mas gosto de me precaver quando um filme superbadalado está para estrear. Sabe como é, minha tendência é criar implicância. Difícil classificar o filme, que não é bem um sci-fi, temm boas pitadas de drama e mistério, mas também não é comédia, embora o humor esteja presente o tempo todo.

Sobre a polêmica do tal filme sérvio

Longe de mim fazer apologia a qualquer coisa, mas não consigo concordar com quem acha normal a censura a A serbian film - Terror sem limites . Porque, sim, esse pode ser o pior longa-metragem já feito em toda a história do cinema, vá saber, mas quem decide se quero ver ou não sou eu. Eu posso ler a sinopse, assistir ao trailer e, ao saber que a obra do estreante Srdjan Spasojevic tem necrofilia e estupro de recém-nascido, dizer: "Vou passar longe desse filme".

Falta só um mês

Ou ainda falta um mês. Ainda não decidi se minha ansiedade é maior que a minha tristeza em saber que não haverá outro depois. I'll miss you, Harry.

Corra, Lola, corra!

Midseason , a época mais triste do ano. Mas não é que eu estou até comemorando os season finale de várias das minhas séries favoritas? É que eu sou uma só pra assistir tanta coisa, gente, não dou conta. E agora maratona é o meu esporte predileto (quer dizer, não de verdade, ou não estaria reclamando dos quilinhos a mais...). No momento estou correndo atrás de Modern family , e já alcancei a primeira temporada de Glee e a terceira (como sempre, excepcional) de Dexter .

Motivos para gostar (ou não) de 'Rio'

Sim, todo mundo já viu Rio . Mas só pude comentar agora. Ah, eu gostei: é leve, é divertido, é simpático.  Mas não é filme pra entrar pra História do cinema nem pra (minha) lista dos dez mais. Tem uma série de defeitos, assim como  A era do gelo também tinha, como alguns trabalhos da Disney também têm. Carlos Saldanha podia ter dado uma aliviada nos clichês? Talvez. Mas não aliviou. E acredito que o objetivo (dele, do estúdio, de todos os envolvidos) nem era esse.

Em breve num cinema perto de você

Gostou de O orfanato ? Eu também. Então anota aí: Los ojos de Julia , também estrelado por Belén Rueda e produzido por Guillermo del Toro, estreia dia 13 de maio. A gente se vê nos cinemas.

Yo no creo en brujas, pero...

Já há algum tempo eu vinha matutando a ideia de fazer uma tatuagem. Quando minha irmã fez a dela, acabou me encorajando. Faltava só escolher o desenho. Descartei estrelas, flores e borboletas e decidi que ia fazer uma bruxinha (quem nasce em pleno Halloween tem que ter um lado meio bruxa, certo?). Mas quem disse que eu achava uma boa inspiração? Depois de muita procura (muita mesmo), eis que encontro o modelo perfeito no Deviantart : elegante, sexy, meio pin-up.

Cada um no seu quadrado

Eu sei que deve ter gente gritando " Robocop é coisa nossa!" desde que começaram os rumores de que José Padilha ia dirigir a refilmagem do longa de 1987. Mas agora que a notícia foi confirmada, fiquei, assim, meio frustrada. Sem querer ser do contra: adoro Tropa de elite 1 e 2 , acho que são filmes corajosos e bem-executados, cada um na sua proposta. E virei fã do cineasta, que conseguiu imprimir sua marca e mostrar com sua filmografia que a sétima arte pode trazer assuntos sérios à tona sem vir

'Curtindo a vida adoidado' em versão dramática!

Vocês devem se lembrar da minha implicância com trailers ruins. Mas isso é só porque acho que eles são importantes à beça: são só alguns minutinhos para explicar um pouquinho a história e, o mais importante, te deixar com vontade de ir ao cinema. A regra básica é respeitar o espírito da obra, sem contar demais, obviamente. E o que aconteceria se você subvertesse essa norma? É o que um cara chamado Joseph Brett resolveu experimentar com o clássico de John Hughes Curtindo a vida adoidado .


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